Quando um modo existencialista rasga, pode-se experimentar algo assim:
Por mais voltas que possamos dar, por mais cenários que possamos viver, o grande objetivo é evoluirmos do ego para a Alma.
É reencontrarmos quem somos e não nos lembramos a 100%.
É redescobrir o amor em nós , vivê-lo em toda a sua infinidade, e transbordá-lo nos nossos pensamentos, actos e palavras a cada momento.
Impossível? Não, impossível é continuar a não o fazer e querer ser feliz.
Imediato? Não, o que se foi construindo na mente vida após vida tem de ir sendo desconstruido no tempo e no espaço, num compromisso profundo.
Que cada ser possa encontrar o seu caminho de volta a casa!
Todos em Um.
Maria João Guerreiro
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